Um gateway de pagamento cripto é a camada que recebe o dinheiro de uma venda e entrega o valor a quem vendeu. O que separa um do outro é o que acontece nas duas pontas: em que o cliente paga, e em que o vendedor recebe. O gateway da Hodle inverte o arranjo mais comum do mercado. Em vez de exigir que o seu cliente tenha carteira e pague em cripto, ele paga um Pix em reais, do jeito que já paga tudo no Brasil. A stablecoin fica do seu lado: é você que escolhe se a venda cai em Real digital ou em Dólar digital.
O checkout é hospedado pela Hodle. Você não constrói página de pagamento, não lida com QR code e não escreve a tela de recibo.
A escolha do ativo de liquidação é uma decisão de caixa, não de tecnologia. Vender em reais e receber em dólar digital protege a margem de quem tem custo em dólar ou simplesmente não quer carregar o real. Vender em reais e receber em real digital mantém o caixa na mesma moeda, mas on-chain e disponível 24 horas por dia.
| Como você recebe | O que cai na carteira | O que acontece com a sua margem |
|---|---|---|
| Gateway tradicional | Reais na conta bancária, no prazo do adquirente | Acompanha o real, e o caixa espera o repasse |
| Hodle — Real digital | BRLA ou BRS na sua carteira, quando o Pix confirma | Acompanha o real, disponível 24 horas por dia |
| Hodle — Dólar digital | USDT ou USDC na sua carteira, quando o Pix confirma | Acompanha o dólar, sem passar por operação de câmbio manual |
A venda liquida em um par explícito de ativo e rede, escolhido nas configurações do checkout. A lista que aparece para você é a dos trilhos efetivamente habilitados na sua conta: oferecer um ativo que a conta não consegue liquidar publicaria um link que falha na hora do QR.
Tudo que o painel faz existe como chamada REST, autenticada por API key com escopo por plataforma. As rotas do pagador são públicas e limitadas por IP, porque quem paga não tem credencial.
A venda liquida em uma carteira auto-custodial sua: as chaves ficam sob o seu controle, e a Hodle não guarda o seu saldo nem o do seu cliente. O pedido público não aceita preço, ativo, rede, vendedor ou endereço de destino vindos de fora — esses campos saem sempre da linha do produto, para que ninguém consiga redirecionar dinheiro por um link. A Hodle é uma empresa de software e API: não é banco, não é instituição financeira, não emite moeda eletrônica e não emite stablecoin. Os fluxos regulados de câmbio e liquidação em real são conduzidos por parceiros licenciados e/ou regulados.
Tire suas dúvidas sobre o gateway de pagamento cripto da Hodle.
É a camada que recebe o dinheiro de uma venda e entrega o valor a quem vendeu, usando cripto em alguma das pontas. No da Hodle, a cripto está do lado de quem recebe: o cliente paga um Pix em reais e a venda liquida em stablecoin na sua carteira.
Não. Ele abre o link, informa e-mail e CPF ou CNPJ, e paga um Pix comum com QR code ou copia-e-cola. Do lado dele é um checkout normal, em reais.
Você escolhe nas configurações do checkout: Real digital (BRLA ou BRS) ou Dólar digital (USDT ou USDC), cada um em uma rede específica. A escolha vale para os links novos e é aplicada aos produtos que já existem.
Sim. Você anuncia e vende em reais, o cliente paga em reais, e a liquidação cai em dólar digital. O faturamento passa a acompanhar o dólar sem que você precise fazer uma operação de câmbio separada a cada venda.
Não. O checkout é hospedado: cada produto ganha um link de pagamento pronto, com resumo do pedido, formulário, Pix com contagem regressiva e recibo. Você só cria o produto e copia o link.
Dá. O fluxo inteiro funciona pelo painel, sem escrever uma linha de código. Quando quiser automatizar, os mesmos recursos existem em REST, com rotas autenticadas para quem vende e rotas públicas para quem paga.
Sim. O produto pode ter estoque ilimitado ou contado, e a baixa acontece uma vez só, quando a cobrança é confirmada. Produto pausado ou esgotado para de aceitar pedidos pelo link.